Bioética e a dimensão corporal do ser humano

Bioética e a dimensão corporal do ser humano
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A vida humana é a referência primordial da Bioética e não se reduz a um puro fato biológico. É preciso ter claro uma concepção de ser humano para estabelecer critérios para as decisões da Bioética. Uma das dimensões que a Bioética precisa conhecer e levar em consideração para sua conduta é a dimensão corporal do ser humano. A maneira de conceber a vida depende do modo de encarar o corpo como suporte da vida. Se o concebemos apenas como objeto, o reduzimos a sua dimensão físico-material, limitando a vida ao seu significado biológico.

A palavra “Deus”

A palavra “Deus”
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A palavra “Deus” faz com que o homem se confronte com a totalidade do mundo e de si mesmo. Faz com que se sinta criatura, e não o ser como tal. Faz com que pergunte pelo ato de existir, e o porquê da sua capacidade de questionar sobre essas coisas, pois poderia viver como os outros seres que não se dão conta da própria existência.

Bioética e os princípios da qualidade e da sacralidade

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Durante muitos anos, em uma mentalidade religiosa, a vida era tratada como algo intocável e pertencente a Deus. Porém diante da secularização a vida vem perdendo seu aspecto sagrado, e a sua defesa não é mais baseada no “Tabu”, mas sim por meio de legislações  e critérios racionais. Porém não se pode dizer que com essa mudança a vida perdeu o seu sentido “sacro”. Primeiro porque teologicamente a onipotência de Deus e a autonomia do ser humano não se opõem.

As sementes lançadas

As sementes lançadas
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As sementes da parábola do semeador foram e continuam a serem lançadas aos homens, mas alguns não se dão conta porque estão entretidos com o que não é essencial, outros preferem fingir que não as viram. Porém, há aqueles que acolhem essas sementes e a tratam como o tesouro mais precioso, pois o sentido de suas vidas passa a ser o de cultivá-las. Oferecem-se como terra boa para que germinem e rendam frutos.

Bioética e dignidade humana:

Bioética e dignidade humana:
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A defesa da vida humana e da sua dignidade são atreladas às relações que as implicam. Nossas relações com o mundo (objetividade), com o outro (intersubjetividade), e com o absoluto (transcendência) formam a realidade da vida humana, são a expressão do próprio ser humano. Para o filósofo Kant a dignidade do humano está na tarefa que lhe é dada que é a moralidade e pela força da sua liberdade ser um ser humano bom. Assim o significado da vida humana não é estar bem, mas ser bom. E isso implica em ser bom em todas as suas atitudes e em todas as suas relações. Ser humano é ser essencialmente moral. Nesse sentido, a Bioética é tarefa humana, porque ela é em si a realização de um ser moral que visa defender a dignidade humana. Ou seja, ser humano é ser “bioético”.

Experiência e testemunho

Experiência e testemunho
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Às vezes a realidade experimentada é impossível de ser dita. As palavras podem ser insuficientes para dizer de algo que pertence à experiência subjetiva, ou seja, aquilo que é realidade no mais interior de si. Por isso nem tudo pode ser explicado pela linguagem. Mas nem só a linguagem é capaz de transmitir as experiências do indivíduo. Há certas experiências que são expressas pelo modo de viver, ou seja, pelos gestos que testemunham o que a pessoa vive em sua subjetividade.