O Espírito Santo no cotidiano humano – II

O Espírito Santo no cotidiano humano – II
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Como dizíamos no texto I, nem sempre os fiéis sabem nomear a experiência do Espírito em suas vidas, pois esta se mistura com o cotidiano e pode parecer apenas um ato humano. Imaginemos, por exemplo, um povo oprimido que, de repente, descobre que pode sair de uma situação de submissão, de exploração para a consciência de ser um povo digno, que tem seus direitos, que pode ser protagonista e lutar pela sua dignidade de vida. Essa é uma das experiências daqueles que são tocados pelo Espírito.

O Espírito Santo no cotidiano humano – I

O Espírito Santo no cotidiano humano – I
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Os comportamentos masculinos e femininos podem nos ajudar a exprimir o que Deus é, pois somos sua imagem e semelhança, dessa forma, para nos ajudar a compreender o modo de agir do Espírito, podemos utilizar esse recurso de fazer uma analogia com a natureza humana. Assim, percebemos que, na Bíblia, as funções do Espírito correspondem a formas de agir ligadas à maternidade e ao feminino em geral: inspirar, ajudar, apoiar, cobrir, fazer nascer. Por isso concluímos que o Espírito representa o amor maternal de Deus e age de acordo com os modos de agir da mulher.

Liberdade criativa e fiel

Liberdade criativa e fiel
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“De que modo nós, pessoas deste tempo, e desta época, podemos chegar a uma compreensão melhor da liberdade?”, se pergunta o teólogo Bernhard Haering que defende profundamente que somos capazes de viver a própria liberdade sem perder a fidelidade a Cristo. Em Jesus descobrimos que Deus nos chama à criatividade e a sermos co-reveladores da redenção e da criação, e somos livres para realizar tal criatividade no mundo. “Ele quer que sejamos co-criativos, co-artistas, e não apenas meros executores, sem espírito, de sua vontade”1[.  Haering ressalta que estamos em um tempo de mudanças profundas e rápidas, de novos desafios que levam a ampliar os horizontes da liberdade, o que exige, de cada um, uma fidelidade criativa.